A consciência se alimenta das emoções
Prostrada sobre a noite fria, débil
Estava ela, numa “súbita” crise
Crise é a palavra mais acurada
É da escuridão penetrante de que se inspira
Que penetra fundo no sistema límbico
Marca sua alma, pouco a pouco
Se impregna
A tornando anestesiada à escuridão
Porém frágil à noite.
Ela anda só, por sua emocionalidade
E esta se consolida melhor amiga dela
Sua consciência ou, se preferir, o divino
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