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Mostrando postagens de julho, 2021

A síntese perfeita de uma imperfeição

Um sentimento sufocante  Que - ninguém - percebe. O amor nunca existiu Não no seu mundo. Não há contemplação de existência  Que diminua a dor das jornadas pioneiras E revolucionárias  E impostas  Ridículas para a epistemologia. A dor sempre existiu  Mas na sua ingenuidade A menina esqueceu que sua situação é crônica  E se corta sempre e sempre e sempre.  Não existe diferença entre carvão e diamante  Nenhum esforço suficientemente válido  Não no seu mundo. 

A consciência se alimenta das emoções

Prostrada sobre a noite fria, débil Estava ela, numa “súbita” crise Crise é a palavra mais acurada  É da escuridão penetrante de que se inspira  Que penetra fundo no sistema límbico  Marca sua alma, pouco a pouco  Se impregna  A tornando anestesiada à escuridão  Porém frágil à noite.  Ela anda só, por sua emocionalidade  E esta se consolida melhor amiga dela  Sua consciência ou, se preferir, o divino